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A Flauta Mágica
A Flauta Mágica
1:17:07
ATO II
Inicia-se uma cerimônia no Templo. Os sacerdotes preparam a consagração de Tamino e Papageno, que devem passar pelas provações para serem aceitos na Ordem de Ísis. A primeira provação é justamente ficarem calados – uma prova dificílima para Papageno e, principalmente, para Tamino, quando Pamina fica desolada ao tentar falar com ele, sem que ele possa responder a ela. A Rainha da Noite encontra Pamina e exige que ela mate Sarastro, ameaçando banir a filha caso ela não cumpra sua determinação. A princesa, apavorada, encontra-se com Sarastro, que proclama a soberania do amor e da virtude. Papageno é interpelado por uma mulher estranha e repugnante, que alega ser sua namorada. Apavorado, ele tenta fugir dela a todo custo, quando os Três Gênios mais uma vez indicam o caminho que devem seguir. Nesse momento, Pamina encontra Tamino e fica desolada, por seu amado não lhe dirigir nenhuma palavra. Mais uma vez se reúnem os sacerdotes, e Sarastro anuncia que o casal terá um destino feliz se passarem pelas provações, separando-os. Papageno só pensa em ter uma namorada, quando mais uma vez surge a velha, obrigando-o a recebê-la. Atordoado, Papageno fica resignado, quando repentinamente percebe que aquela mulher era, na verdade, a sua linda namorada Papagena. Mas ele ainda não pode ficar com ela: o Arauto anuncia que ele deve terminar as provas para a consagração. Separada de Tamino, Pamina fica desolada e tenta tirar a própria vida, mas é impedida pelos Três Gênios que anunciam o amor do príncipe, convencendo Pamina a lutar. Surgem então dois misteriosos homens de armadura que anunciam as provas – Pamina conduzirá Tamino através do fogo e da água, e será consagrada junto com ele – concluindo a travessia com o auxílio de sua flauta mágica. O Coro proclama a vitória dos jovens, chamando-os para o interior do Templo. Enquanto isso, Papageno está desolado com a perda de sua namorada Papagena, e pensa em tirar a própria vida. Mais uma vez os Três Gênios intervêm, dizendo que os sinos mágicos podem trazer Papagena de volta. Tocando os sinos, Papageno encontra Papagena e celebra a alegria do amor. De repente, a Rainha da Noite, junto com as Três Damas, trama uma última emboscada ao Templo para a destruição de Sarastro, agora com o auxílio do revoltado Monostatos, mas seu intento é destruído pelo poder das luzes de Sarastro, que os lança para as profundezas obscuras. Com a consagração de Tamino e Pamina e a queda da Rainha da Noite, Pamina é então coroada como a nova Rainha das Luzes.
CORAL E ORQUESTRA CIA. UNIOPERA
Solistas
Pamina – Isabella Luchi (2, 5, 7, 9 e 10) / Giulia Moura (3, 6, 8)
Tamino – Rafael Ribeiro (2, 5, 7, 9 e 10) / Vinicius Cestari (3, 6, 8)
Papageno – Calebe Faria (2, 5, 7, 9 e 10) / Isaque Oliveira (3, 6, 8)
Rainha da Noite – Jéssica Leão
Sarastro – Flávio Borges (2, 3, 5, 6, 7 e 8) / Laerte Késsimos (9, 10)
Papagena – Yohana Granatta
As Três Damas – Caroline Raquel – Marcela Vidra – Gabriela Bueno
Os Três Gênios – Thainá Biasi – Mosielly Oriente – Bruno Costa
Monostatos – Felipe Vidal
Arauto – Marcus Ouros
Sacerdotes – Oady Lohan – Marcos Toshio Fujimoto – Ronaldo Mariconi
Narrador – Hélio Toste (9, 10)
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Cenários: Priscila Soares
Produção de figurinos: Amanda Pilla B. e Samantha Macedo
Maquiagem: Ana Paula Costa
Direção musical e regência: Luciano Camargo
(Professor do Instituto de Artes da UNESP)
La Traviata UNIOPERA
A Flauta Mágica
32:52
41:10
23:59
10:11
Paixão segundo S. João de J. S.
Paixão segundo S. João de J. S.
21:49
Carmina Burana
Carmina Burana
1:11:54
Legendas em português (clique nas configurações do vídeo)
tradução de Tomislav Corrêa-Deur
Gravação em concerto realizado no dia 25 de novembro de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo.
Solistas
Jéssica Leão (soprano)
Sebastião Teixeira (barítono)
Jabez Lima (tenor)
Coro piccolo
Fernanda Castro
Nicole Teixeira
Larissa Guimarães
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Regência: Luciano Camargo
Carl Orff (1895-1982)
CARMINA BURANA
Cantiones profanae cantoribus et choris cantandae
Comitantibus instrumentis atque imaginibus magicis
FORTUNA IMPERATRIX MUNDI
O Fortuna (coro)
Fortune plango vulnera (coro)
I
PRIMO VERE
Veris Leta Facies (coro)
Omnia Sol temperat (barítono solo)
Ecce gratum (coro)
UF DEM ANGER (cena no campo)
Tanz (orquestra)
Floret Silva (coro; coro piccolo)
Chramer, grip die varwe mir (coro; coro piccolo)
Reie – Swar hie gat umbe – Chum (coro)
Were die Werlt alle min (coro)
II
IN TABERNA
Estuans interius (barítono solo)
Olim lacus colueram (contratenor solo)
Ego sum abbas (barítono solo)
In taberna quando sumus (coro masculino)
III
COUR D’AMOURS
Amor volat undique (coro piccolo, soprano solo)
Dies nox et omnia (barítono solo)
Stettit puella (soprano solo)
Circa mea pectora (barítono, coro)
Si puer cum puellula (coro masculino)
Veni, veni, venias (coro)
In trutina (soprano solo)
Tempus est iocundum (coro, solistas)
Dulcissime (soprano solo)
BANZIFLOR ET HELENA
Ave Formosissima (coro)
FORTUNA IMPERATIX MUNDI
O Fortuna (coro)
As Quatro Estações de Vivaldi
As Quatro Estações de Vivaldi
12:18
11:15
12:44
11:15
2:13
Antonio Vivaldi (1678-1741)
AS QUATRO ESTAÇÕES
Concerto para violino em Mi maior “A Primavera”
“Il cimento dell’armonia e dell’invenzione”
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Contínuo: Rafael Cesário (violoncelo) – Luciano Camargo (cravo)
Recitação do “Soneto demonstrativo” por Katherine Scaliaris
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
Antonio Vivaldi (1678-1741)
AS QUATRO ESTAÇÕES
Concerto para violino em Sol menor “O Verão”
“Il cimento dell’armonia e dell’invenzione”
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Contínuo: Rafael Cesário (violoncelo) – Luciano Camargo (cravo)
Recitação do “Soneto demonstrativo” por Almir Araújo
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
Antonio Vivaldi (1678-1741)
AS QUATRO ESTAÇÕES
Concerto para violino em Fá maior “O Outono”
“Il cimento dell’armonia e dell’invenzione”
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Contínuo: Rafael Cesário (violoncelo) – Luciano Camargo (cravo)
Recitação do “Soneto demonstrativo” por Katherine Scaliaris
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
Antonio Vivaldi (1678-1741)
AS QUATRO ESTAÇÕES
Concerto para violino em Fá maior “O Outono”
“Il cimento dell’armonia e dell’invenzione”
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Contínuo: Rafael Cesário (violoncelo) – Luciano Camargo (cravo)
Recitação do “Soneto demonstrativo” por Katherine Scaliaris
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
Antonio Vivaldi (1678-1741)
AS QUATRO ESTAÇÕES
Concerto para violino em Fá menor “O Inverno”
“Il cimento dell’armonia e dell’invenzione”
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Contínuo: Rafael Cesário (violoncelo) – Luciano Camargo (cravo)
Recitação do “Soneto demonstrativo” por Almir Araújo
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
Astor Piazzolla (1921-1992)
ESTACIONES PORTEÑAS
Arranjo para orquestra de cordas e violino solista de Kleberson Buzo
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Solista: Kleberson Buzo (violino)
Gravação ao vivo realizada em 6 de agosto de 2022 no Teatro Bradesco São Paulo
L V Beethoven - Sinfonia n 9 - I
L V Beethoven - Sinfonia n 9 - I
16:57
12:50
14:03
27:34
Legendas em português (ativar nas configurações do vídeo)
ODE À ALEGRIA
(An die Freude)
de Friederich Schiller
Amigos! Basta dessas músicas !
Entoemos uma outra mais agradável,
e cheia de alegria!
Alegria – divina chama brilhante,
Filha do Elísio,
Nós adentramos fascinados
Sua celestial morada!
Sua magia reúne de novo
Aquilo que estava separado,
Todas as pessoas tornam-se irmãs
Onde tua asa afável repousa.
À quem foi concedido
De um amigo, ser amigo,
Quem recebeu uma linda mulher
Junte a nós o seu júbilo!
Ou mesmo aquele, que uma só alma,
Pôde no mundo chamar sua!
E aquele que nunca alcançou isso se afasta,
Em prantos, desta união.
Tudo sacia-se da alegria,
No seio da Natureza;
Bons e maus
Seguem seus caminhos floridos.
Beijos ela nos deu, e também vinhas,
E um amigo provado pela morte;
Até ao verme o prazer foi dado,
E o querubim está diante de Deus!
Alegres, como suas estrelas pairam
pelo magnífico plano do céu,
Ide, irmãos, em seu caminho:
Alegres como um herói rumo à vitória!
Multidões, eu vos abraço!
Este beijo seja dado ao mundo inteiro!
Irmãos – acima deste céu estrelado,
Só pode morar um Pai amável.
Estais em queda, multidões?
Podes pressentir o criador, ó mundo?
Buscai-o acima deste céu estrelado,
Pois acima das estrelas tem que ser sua morada.
Mozartissimo
Mozartissimo
0:03
Mozartissimo
CISNE NEGRO CIA. DE DANÇA
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Gigi Caciuleanu
Coreografia
Dan Mastacan
Concepção cênica
Hulda Bittencourt (in memoriam)
Dany Bittencourt
Direção artística
Luciano Camargo
Regência
Sinfonia nº 29 em Lá maior KV 201
I – Allegro moderato
A Flauta Mágica
Ato I – Quinteto
Coral da Cidade de São Paulo
Oady Lohan, tenor
Sebastião Teixeira, barítono
Concerto para violino nº 1 em Si bemol maior KV 207
I – Allegro moderato
Kleberson buzo, violino
Quinteto para cordas em Sol menor KV 516
IV – Adagio
Don Giovanni
Ato II – Duetto “Eh via buffone”
Don Giovanni
Ato I – Duetto “La ci darem la mano”
Don Giovanni
Ato II – Duetto “Eh via buffone”
A Flauta Mágica
Ato II – Ária “Der Hölle Rache“
Flávia Albano, soprano
Don Giovanni
Ato I – Ária “Madamina”
Sebastião Teixeira, barítono
Cosi fan tutte
Ato I – Ária “Smanie implacabili”
Luisa Francesconi, mezzosoprano
Don Giovanni
Ato II – Duetto “Eh via buffone”
Sebastião Teixeira, barítono
Ronaldo Mariconi, baixo
Serenade in G KV 525
Eine kleine Nachtmusik
I – Allegro
Bona nox
Cânone a 4 vozes em Lá maior KV 561
Coral da Cidade de São Paulo
Die kleine Spinnerin
Flavia Albano, soprano
Andante per organo KV 616
Gabriel Levy, acordeon
Quarteto de cordas nº 22 em Si bemol KV 589
IV – Allegro assai
Missa em Dó menor KV 427
Laudamus te
Luisa Francesconi, mezzosoprano
A Flauta Mágica
Ato I – Quinteto
A Flauta Mágica
2:43
1:17:07
ATO I
Em meio a uma tempestade, o príncipe Tamino é perseguido por uma gigantesca cobra. Sem conseguir vencê-la, cai desacordado. As Três Damas, guardiãs da Rainha da Noite, chegam para salvá-lo, matando a serpente. Elas exaltam a beleza de Tamino e saem para reportar o acontecimento à Rainha da Noite. Surge Papageno, o passarinheiro trapalhão, cantando suas aventuras, quando se depara com a cobra morta e é interpelado por Tamino, para quem mente, dizendo ter ele mesmo matado a cobra. As Três Damas trancam a boca de Papageno por causa de sua mentira, e mostram uma imagem de Pamina – a filha da Rainha da Noite que fora raptada – a Tamino, que se apaixona por ela. A Rainha da Noite clama a Tamino que liberte Pamina, oferecendo-a em casamento como recompensa. Saindo à procura da princesa, Tamino encontra Papageno e lamenta a tranca em sua boca. As Três Damas surgem para tirá-lo do castigo, determinando que ele seja o guia de Tamino em sua jornada para libertar Pamina das mãos de Sarastro, entregando uma flauta mágica para o príncipe e sinos mágicos para Papageno. Monostatos, um servo obsceno e impiedoso, mantém Pamina presa, assediando-a insistentemente. Papageno, desavisado, encontra Monostatos que, apavorado, sai correndo. Pamina e Papageno cantam a esperança de encontrarem os seus amores. Guiado pelos Três Gênios, Tamino chega às portas do Templo de Ísis, onde é recebido por um Arauto. Em seu diálogo, aos poucos Tamino percebe que Sarastro não parece ser o vilão descrito pela Rainha da Noite, mas sim um mestre de grande sabedoria. Pamina e Papageno continuam sua busca por Tamino, quando são novamente flagrados por Monostatos, que ordena a prisão de ambos. Quando os escravos se aproximam, Papageno toca os sinos mágicos e faz com que todos saiam enfeitiçados pela música. Entretanto, logo em seguida são surpreendidos pela chegada de Sarastro. Pamina confessa que tentava fugir por ter sido assediada pelo cruel Monostatos. Sarastro mostra sua benevolência, explicando que fora a maldade da Rainha da Noite que fez com que ele a mantivesse presa, para que ela alcançasse a virtude e a sabedoria. Monostatos agora traz Tamino, e é repreendido e castigado por Sarastro devido ao tratamento dado a Pamina. Para a alegria de todos, Tamino e Papageno são levados ao templo para serem consagrados à Ordem de Ísis.
CORAL E ORQUESTRA CIA. UNIOPERA
Solistas
Pamina – Isabella Luchi (2, 5, 7, 9 e 10) / Giulia Moura (3, 6, 8)
Tamino – Rafael Ribeiro (2, 5, 7, 9 e 10) / Vinicius Cestari (3, 6, 8)
Papageno – Calebe Faria (2, 5, 7, 9 e 10) / Isaque Oliveira (3, 6, 8)
Rainha da Noite – Jéssica Leão
Sarastro – Flávio Borges (2, 3, 5, 6, 7 e 8) / Laerte Késsimos (9, 10)
Papagena – Yohana Granatta
As Três Damas – Caroline Raquel – Marcela Vidra – Gabriela Bueno
Os Três Gênios – Thainá Biasi – Mosielly Oriente – Bruno Costa
Monostatos – Felipe Vidal
Arauto – Marcus Ouros
Sacerdotes – Oady Lohan – Marcos Toshio Fujimoto – Ronaldo Mariconi
Narrador – Hélio Toste (9, 10)
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Cenários: Priscila Soares
Produção de figurinos: Amanda Pilla B. e Samantha Macedo
Maquiagem: Ana Paula Costa
Direção musical e regência: Luciano Camargo
(Professor do Instituto de Artes da UNESP)
ATO II
Inicia-se uma cerimônia no Templo. Os sacerdotes preparam a consagração de Tamino e Papageno, que devem passar pelas provações para serem aceitos na Ordem de Ísis. A primeira provação é justamente ficarem calados – uma prova dificílima para Papageno e, principalmente, para Tamino, quando Pamina fica desolada ao tentar falar com ele, sem que ele possa responder a ela. A Rainha da Noite encontra Pamina e exige que ela mate Sarastro, ameaçando banir a filha caso ela não cumpra sua determinação. A princesa, apavorada, encontra-se com Sarastro, que proclama a soberania do amor e da virtude. Papageno é interpelado por uma mulher estranha e repugnante, que alega ser sua namorada. Apavorado, ele tenta fugir dela a todo custo, quando os Três Gênios mais uma vez indicam o caminho que devem seguir. Nesse momento, Pamina encontra Tamino e fica desolada, por seu amado não lhe dirigir nenhuma palavra. Mais uma vez se reúnem os sacerdotes, e Sarastro anuncia que o casal terá um destino feliz se passarem pelas provações, separando-os. Papageno só pensa em ter uma namorada, quando mais uma vez surge a velha, obrigando-o a recebê-la. Atordoado, Papageno fica resignado, quando repentinamente percebe que aquela mulher era, na verdade, a sua linda namorada Papagena. Mas ele ainda não pode ficar com ela: o Arauto anuncia que ele deve terminar as provas para a consagração. Separada de Tamino, Pamina fica desolada e tenta tirar a própria vida, mas é impedida pelos Três Gênios que anunciam o amor do príncipe, convencendo Pamina a lutar. Surgem então dois misteriosos homens de armadura que anunciam as provas – Pamina conduzirá Tamino através do fogo e da água, e será consagrada junto com ele – concluindo a travessia com o auxílio de sua flauta mágica. O Coro proclama a vitória dos jovens, chamando-os para o interior do Templo. Enquanto isso, Papageno está desolado com a perda de sua namorada Papagena, e pensa em tirar a própria vida. Mais uma vez os Três Gênios intervêm, dizendo que os sinos mágicos podem trazer Papagena de volta. Tocando os sinos, Papageno encontra Papagena e celebra a alegria do amor. De repente, a Rainha da Noite, junto com as Três Damas, trama uma última emboscada ao Templo para a destruição de Sarastro, agora com o auxílio do revoltado Monostatos, mas seu intento é destruído pelo poder das luzes de Sarastro, que os lança para as profundezas obscuras. Com a consagração de Tamino e Pamina e a queda da Rainha da Noite, Pamina é então coroada como a nova Rainha das Luzes.
CORAL E ORQUESTRA CIA. UNIOPERA
Solistas
Pamina – Isabella Luchi (2, 5, 7, 9 e 10) / Giulia Moura (3, 6, 8)
Tamino – Rafael Ribeiro (2, 5, 7, 9 e 10) / Vinicius Cestari (3, 6, 8)
Papageno – Calebe Faria (2, 5, 7, 9 e 10) / Isaque Oliveira (3, 6, 8)
Rainha da Noite – Jéssica Leão
Sarastro – Flávio Borges (2, 3, 5, 6, 7 e 8) / Laerte Késsimos (9, 10)
Papagena – Yohana Granatta
As Três Damas – Caroline Raquel – Marcela Vidra – Gabriela Bueno
Os Três Gênios – Thainá Biasi – Mosielly Oriente – Bruno Costa
Monostatos – Felipe Vidal
Arauto – Marcus Ouros
Sacerdotes – Oady Lohan – Marcos Toshio Fujimoto – Ronaldo Mariconi
Narrador – Hélio Toste (9, 10)
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Cenários: Priscila Soares
Produção de figurinos: Amanda Pilla B. e Samantha Macedo
Maquiagem: Ana Paula Costa
Direção musical e regência: Luciano Camargo
(Professor do Instituto de Artes da UNESP)
Ópera La bohème
Ópera La bohème
2:43
1:01:18
Gravação realizada no dia 7 de dezembro de 2019 no Teatro Bradesco São Paulo
ATO I – Em Paris, no apartamento de sótão onde vivem os inseparáveis amigos Rodolfo (o poeta), Marcello (o pintor), Colline (o filósofo) e Schaunard (o músico), os artistas buscam inspiração para seu trabalho no frio intenso da noite de natal. Por falta de lenha, Rodolfo começa a queimar seus próprios manuscritos para tentar vencer a baixa temperatura, quando Schaunard surge com lenha para a lareira e alimentos para os jovens famintos. Subitamente surge Benoît, o senhorio que vem cobrar o aluguel. Para tentar driblar a cobrança, os amigos convidam-no para entrar e beber com eles. Instigado pelos comentários e pela bebida, Benoît vangloria-se de suas aventuras com as mulheres, até revelar que é casado – oportunidade encontrada pelos artistas para colocarem o senhorio para fora do apartamento, fingindo indignação. Os amigos decidem ir ao Café Momus; somente Rodolfo fica para terminar o artigo que está escrevendo. Sem conseguir concentrar-se no trabalho, Rodolfo escuta bater na porta: é a vizinha Mimì, que pede para acender sua vela que se apagou. Maravilhado com a beleza da jovem, Rodolfo impressiona-se com sua frágil condição de saúde. Mimì agradece e quer se retirar, mas percebe que perdeu sua chave, e ambas as velas se apagam: inicia-se uma das mais célebres cenas de amor de toda história da ópera. Tocando a fria mão de Mimì, Rodolfo canta Che gelida manina_, onde se apresenta como poeta apaixonado. Mimì responde cantando _Si, me chiamano Mimì_, revelando toda sua singeleza e delicadeza. O casal escuta o chamado dos amigos do lado de fora, que insistem na partida para o Café Momus. Arrebatado pela paixão, Rodolfo canta _O soave fanciulla_, juntamente com Mimì, que o acompanhará no passeio com seus amigos.
ATO II – Uma grande multidão se reúne no Quartier Latin, o bairro boêmio de Paris. Grande agitação em torno dos vendedores e no Café Momus. Os amigos chegam para festejar, e Rodolfo apresenta Mimì para seus amigos, conversando animadamente dentro do Café. Todos surpreendem-se com a chegada de Musetta, a bailarina que é a grande paixão do pintor Marcello. Ela chega causando grande frisson, acompanhada do velho Alcindoro. Musetta e Marcello fingem indiferença, mas a moça não tolera a distância de seu melhor amante, e começa a provocá-lo, cantando a valsa _Quando me’n vo_, irritando o velho Alcindoro. A jovem interrompe seu show, alegando que seu sapato a machuca, e pede que Alcindoro leve-o para consertar, para livrar-se dele. Marcello, arrebatado, corre para os braços de Musetta declarando sua paixão. Ouve-se então os clarins da Parada Militar, quando o garçom traz a conta: os amigos estão sem dinheiro e não tem como pagar. Musetta ordena que a conta seja paga pelo cavalheiro que a acompanhava. Todos saúdam a jovem como a ‘Glória do Quartier Latin’. Alcindoro retorna esbaforido com o sapato de Musetta, mas seu esforço foi em vão – para ele, restou somente pagar a conta do Café Momus.
_Mimì – Camila Rabelo
Musetta – Jayana Paiva
Rodolfo, o poeta – Eduardo Trindade
Marcello, o pintor – Rodolfo Giugliani
Schaunard, o músico – Charles Keiti
Colline, o filósofo – Andrey Mira
Benoît / Alcindoro – Athos Bueno Teixeira
Parpignol – Domingos Alves
Sargento – Ronaldo Mariconi
Guarda Aduaneiro – Marcos Toshio Fujimoto
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Cenários: Jorge Ferreira e Jonas Soares
Figurinos: Bia Pieratti e Carol Reissman
Iluminação: Guilherme Bonfanti
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Regência: Luciano Camargo
Regente associado: Andrey Ivanov
Gravação realizada no dia 7 de dezembro de 2019 no Teatro Bradesco São Paulo
ATO III – Junto ao posto alfandegário da estrada de Paris a Orleans se vê a entrada de um movimentado cabaré, sob neve e frio intensos. Mimì aparece à procura de Marcello, e quer sua ajuda – a moça não pode mais suportar o ciúme de Rodolfo. Marcello adverte que Rodolfo se aproxima, e Mimì se esconde. O poeta revela que pretende separar-se de Mimì por suas frequentes brigas. Marcello o desafia, dizendo que não é sincero em suas palavras. Rodolfo confessa que, na verdade, ama Mimì mais do que tudo, e tem muito medo de perdê-la, pois sabe de sua grave enfermidade, que a cada dia piora. Por sua tosse, Mimì revela sua presença, e Rodolfo não sabe o que fazer – Mimì despede-se: Addio senza rancore. Enquanto o casal canta sua intensa paixão, Marcello e Musetta discutem ruidosamente.
ATO IV – De volta ao apartamento do sótão, os amigos continuam seu trabalho. Cada um lamentando o destino de suas amadas, que os abandonaram e agora desfrutam amores alheios. Cantam e dançam, divertindo-se, até que são interrompidos pela chegada de Musetta, que anuncia que Mimì está à beira da morte e deseja estar com eles. Chega Mimì e Rodolfo acorre para ampará-la, visivelmente debilitada. Musetta entrega seus brincos a Marcello, pedindo que vá vendê-los para ajudar a amiga. Colline tira seu casaco, também para vendê-lo. Rodolfo fica sozinho com Mimì, cuidando dela, até que adormece. Quando os amigos retornam, percebem que Mimì não está dormindo, mas morreu. Rodolfo se desespera com a morte de sua amada.
Mimì – Camila Rabelo
Musetta – Jayana Paiva
Rodolfo, o poeta – Eduardo Trindade
Marcello, o pintor – Rodolfo Giugliani
Schaunard, o músico – Charles Keiti
Colline, o filósofo – Andrey Mira
Benoît / Alcindoro – Athos Bueno Teixeira
Parpignol – Domingos Alves
Sargento – Ronaldo Mariconi
Guarda Aduaneiro – Marcos Toshio Fujimoto
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Cenários: Jorge Ferreira e Jonas Soares
Figurinos: Bia Pieratti e Carol Reissman
Iluminação: Guilherme Bonfanti
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Regência: Luciano Camargo
Regente associado: Andrey Ivanov
Scheherazade
Scheherazade
11:36
13:46
11:49
15:39
13:44
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Violino solo: Kleberson Buzo
Regência: Luciano Camargo
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Violino solo: Kleberson Buzo
Regência: Luciano Camargo
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Violino solo: Kleberson Buzo
Regência: Luciano Camargo
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Violino solo: Kleberson Buzo
Regência: Luciano Camargo
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
Violino solo: Kleberson Buzo
Regência: Luciano Camargo
Ópera Carmen
Ópera Carmen
5:21
43:33
38:55
10:09
ATO I
Uma praça em Sevilha, próxima da célebre Fábrica de Cigarros e do quartel da Guarda.
Micaela, a jovem camponesa, procura D. José entre os soldados, mas não o encontra, e sai sob assédio dos militares. Após a troca da guarda, as cigarreiras chegam para o trabalho na fábrica. Junto com elas, chega Carmen, cantando a famosa Habanera. Após a saída das cigarreiras, chega novamente Micaela que, encontrando D. José, traz notícias de sua casa. Depois da partida de Micaela, ouve-se gritos vindos da Fábrica: uma briga, onde Carmen teria ferido outra operária. Zuñiga, o capitão da guarda, ordena que D. José prenda Carmen. Esta, por sua vez, seduz D. José, prometendo um encontro com ele, para que ele facilite sua fuga. Por sua insubordinação, D. José será preso.
Georges Bizet
CARMEN
Gravação realizada em 18 de agosto de 2018 no Teatro Bradesco São Paulo
Elenco
Carmen – Denise de Freitas
D. José – Alan Faria
Escamillo – Sebastião Teixeira
Micaëla – Camila Rabelo
Frasquita – Jessica Leão
Mercedes – Catarina Taira
Zuñiga – Vinicius Costa
Dancaïro – Arthur Canguçu
Remendado – Felipe Vidal
Morales – Alberto Cecconi
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Coral Infantil APROCIMA
Regente do coro infantil: Lilia Valente
Regentes associados: Bruno Brandão Quaresma e Andrey Ivanov
Preparação vocal e coordenação de elenco: Francisco Campos Neto
Regência: Luciano Camargo
ATO II
Interior da taberna de Lillas Pastia em Sevilha
Soldados e bêbados se divertem na taverna com a dança sedutora das ciganas. Frasquita e Mercedes acompanham Carmen na canção cigana. Ouve-se a calorosa chegada do toureiro Escamillo, que entra na taverna e flerta com Carmen, cantando seus grandes feitos. Após a saída do toureiro, os contrabandistas Dancairo e Remendado forjam um plano para o seu contrabando, e querem a ajuda das ciganas e de Carmen, que reluta em aceitar, pois está apaixonada. Ouve-se D. José cantando ao longe, chegando para o esperado encontro com Carmen, depois de sair da prisão. A cigana canta e dança para seu amante. D. José, entretanto, fica perturbado ao ouvir o toque de chamada dos clarins militares durante a dança, e quer deixar Carmen para voltar ao quartel. Carmen revolta-se contra D. José, mas o chama para juntar-se aos contrabandistas. D. José ofende-se com a proposta e decide abandonar Carmen. A discussão entre os dois é interrompida pela chegada do Capitão Zuñiga, que pretendia encontrar-se com Carmen. Tomado de ciúmes, D. José enfrenta seu comandante, que é rendido pelos contrabandistas, que interrompem a briga. Com este enfrentamento, D. José já não tem escolha: terá que se juntar aos bandidos, que o convencem que a vida errante em liberdade, sem ter que obedecer ordens, é o melhor caminho.
Georges Bizet
CARMEN
Gravação realizada em 18 de agosto de 2018 no Teatro Bradesco São Paulo
Elenco
Carmen – Denise de Freitas
D. José – Alan Faria
Escamillo – Sebastião Teixeira
Micaëla – Camila Rabelo
Frasquita – Jessica Leão
Mercedes – Catarina Taira
Zuñiga – Vinicius Costa
Dancaïro – Arthur Canguçu
Remendado – Felipe Vidal
Morales – Alberto Cecconi
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Coral Infantil APROCIMA
Regente do coro infantil: Lilia Valente
Regentes associados: Bruno Brandão Quaresma e Andrey Ivanov
Preparação vocal e coordenação de elenco: Francisco Campos Neto
ATO III
Acampamento de ciganos nas montanhas
Contrabandistas e ciganos estão reunidos no acampamento. Frasquita e Mercedes tentam ler o destino nas cartas, mas Carmen só tira a carta da morte. O bando se prepara para a partida junto com o animado coro de ciganos. No meio da escuridão surge Micaela, que procura seu amado D. José, que abandonou a tropa, e agora monta guarda no acampamento. Ao ver aproximar-se um intruso, José o interpela: é Escamillo. A chegada do toureiro a princípio é bem-vinda. Porém, ao perceber que Escamillo foi até o acampamento procurar Carmen, D. José, enfurecido de ciúmes, ataca o toureiro, que é salvo pelas mãos de Carmen, no retorno dos contrabandistas. Antes de partir, Escamillo convida a todos para sua próxima tourada. Micaela finalmente encontra o grupo – ela clama pelo retorno de D. José. Este, perturbado ao perceber que Carmen desdenha dele, nega o pedido de Micaela. Porém, quando a jovem anuncia que a mãe de D. José está à beira da morte, ele decide voltar com ela, ainda atormentado de ciúmes.
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Georges Bizet
CARMEN
Gravação realizada em 18 de agosto de 2018 no Teatro Bradesco São Paulo
Elenco
Carmen – Denise de Freitas
D. José – Alan Faria
Escamillo – Sebastião Teixeira
Micaëla – Camila Rabelo
Frasquita – Jessica Leão
Mercedes – Catarina Taira
Zuñiga – Vinicius Costa
Dancaïro – Arthur Canguçu
Remendado – Felipe Vidal
Morales – Alberto Cecconi
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Coral Infantil APROCIMA
Regente do coro infantil: Lilia Valente
Regentes associados: Bruno Brandão Quaresma e Andrey Ivanov
Preparação vocal e coordenação de elenco: Francisco Campos Neto
Regência: Luciano Camargo
ATO IV
Uma praça em Sevilha, em frente à entrada da arena de touros
A multidão começa as festividades com uma animada dança popular. Em seguida inicia-se o desfile que prepara a tourada: chega Escamillo, junto com banderilleros e picadores. O toureiro vem acompanhado de Carmen e, após entoar um dueto de amor, entra na arena junto com o público reunido. Neste momento, Frasquita e Mercedes advertem Carmen que tome cuidado, porque D. José está no meio da multidão, à espreita. Carmen ignora o aviso, dizendo que não tem medo. Ao deparar-se com D. José, declara que nenhuma ameaça fará que eles voltem a ficar juntos. Ele insiste, mas ao ouvir a multidão em festa na Arena, tem certeza que Escamillo é seu novo amante. Carmen o desafia, dizendo que prefere morrer do que abrir mão de sua liberdade. D. José, desesperado, apunhala Carmen, que morre em seus braços.
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Georges Bizet
CARMEN
Gravação realizada em 18 de agosto de 2018 no Teatro Bradesco São Paulo
Elenco
Carmen – Denise de Freitas
D. José – Alan Faria
Escamillo – Sebastião Teixeira
Micaëla – Camila Rabelo
Frasquita – Jessica Leão
Mercedes – Catarina Taira
Zuñiga – Vinicius Costa
Dancaïro – Arthur Canguçu
Remendado – Felipe Vidal
Morales – Alberto Cecconi
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Coral Infantil APROCIMA
Regente do coro infantil: Lilia Valente
Regentes associados: Bruno Brandão Quaresma e Andrey Ivanov
Preparação vocal e coordenação de elenco: Francisco Campos Neto
Regência: Luciano Camargo
Ópera A Flauta Mágica
Ópera A Flauta Mágica
1:07:11
1:15:50
ATO I
Em meio a uma tempestade, o príncipe Tamino é perseguido por uma gigantesca cobra. Sem conseguir vencê-la, cai desacordado. As Três Damas, guardiãs da Rainha da Noite, chegam para salvá-lo, matando a serpente. Elas exaltam a beleza do príncipe Tamino e saem para reportar o acontecimento à Rainha da Noite. Surge Papageno, o passarinheiro trapalhão, cantando suas aventuras, quando se depara com a cobra morta e é interpelado por Tamino, para quem mente, dizendo ter matado a cobra. As Três Damas trancam a boca de Papageno por causa de sua mentira, e mostram uma imagem de Pamina – a filha da Rainha da Noite que fora raptada – a Tamino, que se apaixona por ela. Em seguida surge a Rainha da Noite, clamando para que o príncipe liberte Pamina, oferecendo-a como recompensa. Tamino lamenta a tranca na boca de Papageno, mas as damas vêm libertá-lo, ordenando que ele seja o guia de Tamino em sua jornada para libertar Pamina das mãos de Sarastro, entregando uma flauta mágica para Tamino e Sinos mágicos para Papageno.
Em outro lugar, Monostatos, o mouro obsceno e impiedoso, mantém Pamina presa, assediando-a insistentemente. Surge Papageno, desavisado, assustando-se com Monostatos que, apavorado, sai correndo. Pamina e Papageno cantam a esperança de encontrarem os seus amores.
Guiado pelos Três Gênios, Tamino chega às portas do Templo, onde é recebido por um Arauto. Em seu diálogo, aos poucos Tamino percebe que Sarastro não parece ser o vilão descrito pela Rainha da Noite, mas sim um mestre de grande sabedoria. Pamina e Papageno continuam sua busca por Tamino, quando são novamente flagrados por Monostatos, que ordena a prisão de ambos. Quando os escravos se aproximam, Papageno toca os sinos mágicos e faz com que todos saiam enfeitiçados pela música. Entretanto, logo em seguida são surpreendidos pela chegada de Sarastro. Pamina confessa que tentava fugir por ter sido assediada pelo cruel Monostatos. Sarastro mostra sua benevolência explicando que fora a maldade da Rainha da Noite que fez com que ele a mantivesse presa, para que ela alcançasse a virtude e a sabedoria. Monostatos agora traz Tamino, e é repreendido e castigado por Sarastro devido ao tratamento dado a Pamina. Para a alegria de todos, Tamino e Papageno são levados ao templo para serem consagrados à Ordem de Ísis.
Ópera A FLAUTA MÁGICA (Die Zauberflöte) de W. A. Mozart
Elenco
Pamina – Camila Rabelo
Tamino – Jabez Lima
Papageno – Albert Andrade
Rainha da Noite – Jessica Leão
Sarastro – Vinicius Costa
Três Damas – Luiza Willert – Joyce Tripiciano – Tabita Iwamoto
Três Gênios – Magnácia Sabóia – Violeta Castro – Hemily Thainá
Arauto – Charles Keiti
Monostatos – Isaque Oliveira
Papagena – Ana Elisa Portes
Homens com Armadura/Sacerdotes – Alberto Cecconi e Oady Lohan
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Cenários e figurinos: José Carlos Serroni
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Preparação de elenco: Francisco Campos Neto
Regentes assistentes: Andrey Ivanov e Bruno Brandão Quaresma
Direção musical e regência: Luciano Camargo
ATO II
Inicia-se uma cerimônia no Templo de Ísis. Os sacerdotes preparam a consagração de Tamino e Papageno, que devem passar pelas provações para serem aceitos na Ordem de Ísis. A primeira provação é justamente ficarem calados – uma prova dificílima para Papageno, e principalmente para Tamino, quando Pamina fica desolada ao tentar falar com ele. A Rainha da Noite encontra Pamina e exige que ela mate Sarastro, ameaçando banir a filha. Pamina, apavorada, encontra-se com Sarastro, que proclama a soberania do amor e da virtude.
Em outro lugar, Papageno é interpelado por uma mulher velha e repugnante, que alega ser sua namorada. Apavorado, ele tenta fugir dela a todo custo, quando os Três Gênios mais uma vez indicam o caminho que devem seguir. Nesse momento, Pamina encontra Tamino e fica desolada, por seu amado não lhe dirigir nenhuma palavra.
Mais uma vez se reúnem os sacerdotes, e Sarastro anuncia que o casal terá um destino feliz se passarem pelas provações, separando-os. Papageno só pensa em ter uma namorada, quando mais uma vez surge a velha, obrigando-o a recebê-la. Atordoado, Papageno fica resignado, quando repentinamente percebe que aquela mulher era, na verdade, a sua linda namorada Papagena. Mas ele ainda não pode ficar com ela: o Arauto anuncia que ele deve terminar a consagração.
Separada de Tamino, Pamina fica desolada e tenta tirar a própria vida, mas é impedida pelos três gênios que anunciam o amor do príncipe, convencendo Pamina a lutar. Surgem então dois misteriosos homens de armadura que anunciam as provas – Pamina conduzirá Tamino através do fogo e do gelo, e será consagrada junto com ele – concluindo a travessia com o auxílio de sua flauta mágica. O Coro proclama a vitória dos jovens, chamando-os para o interior do Templo. Enquanto isso, Papageno está desolado com a perda de sua namorada Papagena, e pensa em tirar a própria vida. Mais uma vez os Três Gênios intervêm, dizendo que os sinos mágicos podem trazer Papagena de volta. Tocando os sinos, Papageno encontra Papagena e celebra a alegria do amor.
De repente, a Rainha da Noite, junto com as Três Damas, trama uma última emboscada ao Templo para a destruição de Sarastro, agora com o auxílio do revoltado Monostatos, mas seu intento é destruído pelo poder das luzes de Sarastro, que os lança para as profundezas obscuras. Com a consagração de Tamino e Pamina e a queda da Rainha da Noite, Pamina é então coroada como a nova Rainha das Luzes.
Ópera A FLAUTA MÁGICA (Die Zauberflöte) de W. A. Mozart
Elenco
Pamina – Camila Rabelo
Tamino – Jabez Lima
Papageno – Albert Andrade
Rainha da Noite – Jessica Leão
Sarastro – Vinicius Costa
Três Damas – Luiza Willert – Joyce Tripiciano – Tabita Iwamoto
Três Gênios – Magnácia Sabóia – Violeta Castro – Hemily Thainá
Arauto – Charles Keiti
Monostatos – Isaque Oliveira
Papagena – Ana Elisa Portes
Homens com Armadura/Sacerdotes – Alberto Cecconi e Oady Lohan
ORQUESTRA ACADÊMICA DE SÃO PAULO
CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Direção cênica: Rodolfo García Vázquez
Cenários e figurinos: José Carlos Serroni
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Preparação de elenco: Francisco Campos Neto
Regentes assistentes: Andrey Ivanov e Bruno Brandão Quaresma
Direção musical e regência: Luciano Camargo
